Desenhos. Pinturas. Pequenas coisas. Ideias. O «blog» de Vicente Carlos Sousa Brandão.
Monday, December 3, 2018
Thursday, November 22, 2018
Hoje há festa no adro

Hoje há festa no adro.
Há serpentinas
Foguetes
E música.
Há borba e churrasco
E até um urubu.
E há cão,
Lá está o Sabidão.
Há padre
Curandeiro
E Mafarrico,
Lá está o Bicancas.
Há gente famosa
E outra nem tanto.
Para mais tarde
Depois de muito churrasco
E muito borba
Há zangas
Amores
E desamores
Um soutien perdido
E navalhadas,
Nada de mais.
É festa até às tantas
Que amanhã é Domingo
E aqui ninguém trabalha.
(1. Notas: a) "Adro": terreno em frente ou em redor de um templo católico; b) Composição com base em desenhos do autor existentes neste «blog» e em «Corvomanias».)
Wednesday, April 11, 2018
Mostra fotográfica da exposição de desenhos feitos com o "rato" - 7 a 14/04/2018
Na Casa da Cultura de Paranhos.
Saturday, February 3, 2018
A Nau de Quixibá
(1. «É óbvio que não há migalha do mais ínfimo barrote. Deu tudo em calcário pela injecção gigantesca de milhões e milhões de lapas, mexilhões, navalheiras, ouriços, ostras, berbigões, vieiras e, sobretudo, teredos…» - “A Nau de Quixibá”, Torres, Alexandre Pinheiro, Os Grandes Escritores Portugueses da Actualidade, Planeta DeAgostini, 2001, pp. 190-191; 2. Composição digital a partir de desenho a caneta de tinta Nankim; 3. «Alexandre Maria Pinheiro Torres» - Wikipedia)
Thursday, December 7, 2017
Mulher com estranho implante no olho - II
Relacionado: «Mulher com estranho implante no olho»
(Desenho digital feito com o "rato" em Krita (Website oficial))
Monday, August 21, 2017
Marc e Mérline: realejo, xadrez e pássaros verdes
Portugal, Porto, à porta do Mercado do Bolhão.
(1. Desenho feito com o dedo em "tablet";
2. O desenho recria a fotografia que acompanha o artigo a seguir citado;
3. «Marc Guillaume, 47 anos, chegou ao Porto há três anos e em pouco tempo causou sensação. Sentado num banco a tocar realejo (que na realidade é um órgão de barbárie) e rodeado de pássaros na entrada de Fernandes Tomás, o francês é como que uma figura mágica de um conto de crianças a dar-nos as boas-vindas, com música e um sorriso, ao fantástico mundo do Mercado do Bolhão.
«(...) No seu país era escultor; cá encarnou a pele de tocador de realejo que se "enquadra muito bem e faz sentido" no cenário do Bolhão. Quando não tem escola, a filha de oito anos costuma acompanhar o pai. E Mérline adora fazer parte do "quadro", vestindo-se a rigor, com um verde agapornis empoleirado no boné e o galo japonês Baltasar ao lado.» - "in" local do Porto do Jornal de Notícias de 2017/08/15, de Tiago Rodrigues Alves, sob o título: «Eles também pertencem à família do Bolhão» («Estão à porta do emblemático edifício, alguns há décadas, e apesar de não serem oficialmente lojistas já são parte do mercado»);
4. A propósito: «Mercado do Bolhão» - Wikipedia; e ainda «Marc» - Foto de António Ramos;
5. «Realejos ou “Orgue de Barbárie” – únicos em Portugal» - «in» Orlandito;
6. Dicionário: a) «Realejo, ou Órgão de Barbárie, é um instrumento móvel que reproduz música de forma mecânica, combinando aspectos técnicos do órgão tradicional, da mecânica e da relojoaria. Ao dar à manivela, o seu mecanismo, de origem artesanal, reproduz o timbre de vários instrumentos e percussão, através de um sistema de cartões perfurados.» - «in» Orlandito; b) Agaporni: pequeno papagaio da América do Sul;
7. Errata: o galo japonês, em baixo, à direita, afinal é bem branco...)
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